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Evite acidentes com animais que têm medo de barulho.

 Cachorros têm uma audição apurada e sofrem em dias de jogos e festas, quando o barulho dos fogos toma a vizinhança
Cachorros têm uma audição apurada e sofrem em dias de jogos e festas, quando o barulho dos fogos toma a vizinhaça (Foto: Shutterstock)

Enquanto você está diante da TV torcendo por seu time, o seu bicho pode estar correndo risco de vida. O barulho dos fogos de artifícios, muito usados em partidas decisivas e finais de campeonato, amedronta muitos animais de estimação e ocasiona problemas sérios como quedas, enforcamentos ou até mesmo fugas.“A maioria dos animais tem medo de fogos e rojões. O dono deve se precaver de possíveis acidentes relacionados ao estresse gerado pelo excesso de barulho”, avisa a dra. Elaine Pessuto, diretora clínica e coordenadora do curso de Auxiliar Veterinário do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia, em São Paulo.

Uma dica valiosa é manter os bichos em locais seguros. Nada de locais altos, de onde eles podem saltar como sacadas ou lajes. Outro perigo são os portões com lanças, portas de vidro e correntes.

“Muitos tentam fugir e acabam se ferindo em portões, lanças ou mesmo se enforcando nas cordas e correntes”, diz a veterinária. Os animais precisam se sentir seguros, assim é necessário mantê-los abrigados em locais aonde eles possam se esconder. “Muitos gostam de ficar embaixo de móveis ou escadas, mas tente não deixá-los sozinhos”, ressalta.

O ouvido humano pode captar sons que estão numa faixa de vibração entre 20 e 20.000 ciclos por segundo, enquanto os cães alcançam sons entre 18 e 40.000 ciclos por segundo. Para eles, portanto, os fogos geram um barulho realmente insuportável, que os deixa apavorados. “Tapar as orelhas do cão durante o jogo com algodão pode até ajudar, mas é um método muito tênue se levarmos em consideração a potência auditiva deles”, avalia a dra. Elaine Pessuto.

Com um pouco de paciência e tempo é possível adotar métodos de adestramento para dessensibilizar o animal. “Em certos casos, a fobia e o estresse gerados são tão intensos que é necessário fazer uso de medicamentos que devem ser prescritos e monitorados pelo médico veterinário”, acrescenta a veterinária.

E confira agora as dicas de como agir em dias de fogos:

– Evite deixar seu amigo sozinho;

– Crie um abrigo: se ele ficar sozinho, deixe-o em um local seguro;

– Evite fugas: mantenha portões e portas fechados;

Matéria retirada de http://www.epoca.com.br

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Cães e gatos precisam de cuidados na praia

Praia: um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral

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Com o aumento da temperatura e a chegada do sol, a praia acaba sendo o destino escolhido para os fins de semana e feriados. Apesar dos alertas nas praias proibindo os animais de estimação na areia, muitos tutores arriscam e levam o pet para passear, imaginando que não vai fazer mal apenas dar uma voltinha. Porém, segundo a médica veterinária Kelly Cristina Choque, especialista em dermatologia do Hospital Veterinário Batel, ao fazer isso, o tutor está colocando em risco a sua saúde e do animal.

No caso dos humanos, os principais riscos são as doenças que podem ser transmitidas pelo contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. No caso das dermatites, as partes do corpo mais afetadas são pés, pernas e mãos. Nas crianças, esse tipo de problema é ainda mais recorrente, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia”, alerta a veterinária.

Além disso, também existem os males que esse tipo de ambiente traz para os animais. Um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral. “Esse verme se aloja no coração do animal, provocando sintomas que podem demorar anos para aparecer, mas que costumam ter consequências muito graves. Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão”, explica.

"Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde" (Foto: Divulgação )

“Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde” (Foto: Divulgação )

A médica relata que, no pet, os sintomas da doença são tosse, falta de ar, inchaço nos membros e na barriga, cansaço e língua arroxeada. “Para prevenir o contágio o animal deverá ser medicado antes e depois da viagem. Além disso, antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde”, recomenda.

Kelly explica que outros males também podem afetar cães e gatos que vão ao litoral como conjuntivite, problemas de peles, complicações intestinais e verminoses. “O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais. Além disso, o contato constante com a água pode aumentar as chances de o pet ter alguma inflamação de ouvido”, aponta.

Para evitar todos esses problemas a veterinária indica que, antes de viajar com o animal de estimação, o tutor deve levá-lo ao veterinário e deixar as vacinas em dia. “Também é recomendado que o pet seja desverminado e receba algumas vacinas para prevenir a contaminação de determinadas doenças como a giardíase, por exemplo, que afeta o sistema intestinal dos cães”, aconselha.

"O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais", alerta a médica (Foto: Divulgação )

“O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais”, alerta a médica (Foto: Divulgação )
Vale lembrar ainda que, como o calor costuma ser maior no litoral, o cuidado com a desidratação precisa ser redobrado. “É fundamental deixar o pet sempre em um lugar fresco e manter água abundante à disposição, além de trocá-la constantemente. Se o dono for fazer algum passeio, o ideal é que seja feito no começo da manhã ou à noite, pois nesses horários a temperatura estará mais amena”, finaliza a veterinária.

Matéria retirada de http://www.epoca.com.br

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Como cuidar do seu pet na primavera

A primavera já começou com um calor atípico e clima mais seco que o normal. Para cuidar melhor dos pets na estação, confira as dicas da médica veterinária do HiperZoo, mega store pet de Curitiba (PR), e da farmacêutica Sandra Schuster da Docg, Jaqueline Silveira.

Pele, pelagem e banho. Quedas de pelos são normais, desde que não tenham falhas ou sinais graves. Escovar os pets três vezes por semana é o ideal, usar produtos veterinários para hidratar o pelo e caprichar no banho e na tosa.

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Proteção solar. Algumas raças são mais sensíveis ao sol, como as de pelos curtos e pele branca. Nesse caso, e preciso usar protetor solar veterinário na barriga e em regiões com pouco pelo e evitar o sol nos períodos mais intensos.

Ectoparasitas. Ovos de pulgas, carrapatos e moscas eclodem com o calor, e o cuidado deve ser redobrado nesses períodos com remédios e limpeza dos locais onde os pets ficam.

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Doenças e vacinas. Calor e chuva, comuns na primavera, ajudam a proliferação de doenças como a leptospirose, zoonose transmitida pelo cão. Vacinar ajuda a preveni-la e higienizar locais onde ficam os pets também.

Passeio. Evitar sair com eles entre 10h e 16h, o que previne queimaduras nas patas. Raças com focinhos achatados precisam de um cuidado maior, pois a troca de calor fica difícil pela sua anatomia prejudicando a respiração.

CHAVEIROS COM EXCESSO DE FOFURA

A Ludi, marca de fun design que faz parte do Grupo Imaginarium, apostou na fofura dos nossos bichinhos preferidos, sejam eles reais ou imaginários, para criar os Pompets, linha que traz 20 almofadas-chaveiro em pelúcia. Além de serem macios, fofinhos e super charmosos, cada um ainda traz uma mensagem exclusiva e carinhosa, para mimar as pessoas que amamos. Os Pompets são feitos com material atóxico e antialérgico e são ideais para colecionar ou presentear pessoas de todas as idades. Tem vários bichinhos, entre elas essa ovelhinha. Não é fofa? Na ludi.com.br. Preço sob consulta.

LUDI - ALMOFADA CHAVEIRO POMPETS OVELHA

 

ANIMAIS VÃO ‘INVADIR’ A TELONA NO RIO

No próximo domingo os bichos vão invadir a telona da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio. É a Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais. São produções inéditas com temas como caça, a convivência de cães nas comunidades, vida e morte de peixes, e outros. Av. Infante Dom Henrique 85, Flamengo. Das 12h30 às 21h. De graça! Mais em mostraanimal.com.br.

CIRCUITO MERCADO PET EM BARRA MANSA

Barra Mansa, no sul do estado, recebe, nesta quinta-feira, o Circuito Mercado Pet para veterinários e gestores de pet shops. O evento é de graça e acontece das 09h às 18h, no Sest Senat. Informações em sympla.com.br. O programa é promovido pelo Núcleo de Médicos Veterinários do Sul Fluminense, Sebrae/RJ e Associação Comercial Industrial e Agro Pastoril de Barra Mansa.

ME LEVA?!

Oi. Sou a Nina. Tenho, no máximo, 2 aninhos, sou de porte pequeno, carinhosa e adoro brincar. Gosto de outros cães, mas me dou melhor com os machos. Para ficar comigo fale com a Lorena: 99719-6188

NINA

EM EXTINÇÃO. Há só 400 cágados-do-paraíba no Brasil. Para salvá-los da extinção, a Fundação Biodiversitas criou o projeto ‘Ninho da Tartaruga’ para conscientização do problema e criação de uma reserva particular natural para a espécie em Tombos (MG).

Matéria retirada de http://www.odia.com.br

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outubro rosa

Outubro Rosa PET

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*Este texto foi escrito pela Drª Nathália Pereira – Médica Veterinária dos Shopping dos Bichos.

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Dia do Veterinário

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Pessoal, já está disponível no nosso facebook, as fotos do dia do veterinário. Basta clicar no link: Dia do veterinário – 2017

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Obesidade do seu PET

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Com cães e gatos cada vez mais próximos das rotinas de seus donos, os pets se tornam reflexos das pessoas que vivem ao seu redor. A obesidade humana, que já é considerada uma epidemia mundial e uma questão de saúde pública, tem se tornado cada vez mais frequente também nos animais de estimação, em um cenário preocupante.

Os hábitos alimentares ruins, o sedentarismo, castração, fatores genéticos e distúrbios endócrinos são alguns dos principais fatores que levam os animais ao sobrepeso, de acordo com veterinários. O animal é considerado obeso quando se encontra 15% acima do peso ideal, sendo facilmente identificado através da pesagem, inspeção visual e palpação de tecido adiposo. As costelas não são palpáveis e não é possível visualizar a cintura; além disso, os animais obesos tornam-se sonolentos, intolerantes aos exercícios e ao calor e apresentam respiração ofegante.

Assim como no ser humano, nos animais a obesidade também está associada à predisposição para diversas doenças, como esclarece a médica veterinária Ana Paula Có Lisboa, da Nutriave Alimentos. “O risco é iminente para doenças musculoesqueléticas, distúrbios cardiovasculares, dermatopatias, lipidose hepática em felinos, comprometimento da atividade reprodutiva, aumento dos riscos cirúrgicos e anestésicos, dentre outros. Além disso, a obesidade pode promover a queda da competência imunológica e, enfim, ter como efeito a diminuição da expectativa de vida de cães e gatos”, lista.

Diagnóstico possibilita o tratamento da obesidade em pets

A veterinária lembra também a importância de acompanhar a saúde do pet após a identificação do distúrbio. Além do exame físico completo, o animal obeso deve passar por uma série de exames complementares laboratoriais, incluindo hemograma, urinálise, exames bioquímicos e hormonais, para que seja possível estabelecer diagnósticos diferenciais, avaliar o estado geral do animal e investigar a possibilidade de outra doença concomitante.

Por esses motivos, a identificação do sobrepeso é motivo de alerta imediato e deve vir acompanhada da busca de soluções o mais breve possível. O veterinário é o profissional capacitado a identificar as causas envolvidas e estabelecer metas para reverter o quadro o mais rápido possível. “Após descartar doenças que levem a essa condição corporal, é importante instituir também um plano de emagrecimento junto ao profissional capacitado, objetivando mudanças de hábitos e comportamentos”, destaca Ana Paula.

matéria retirada de http://www.folhavitoria.com.br

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SETEMBRO VERMELHO

SETEMBRO É O MÊS DO CORAÇÃO!

SETEMBRO VERMELHO

A dirofilariose é uma doença causada pelo parasita Dirofilaria immitis, popularmente chamado de “verme do coração” por se alojar em átrio/ventrículo direitos e artéria pulmonar. Causa alterações endoteliais que resultam em dilatação, tortuosidade e obstrução dos vasos pulmonares, gerando hipertensão pulmonar, podendo haver insuficiência cardíaca congestiva direita.

Animais acometidos podem ser assintomáticos, apresentar tosse ocasional ou freqüente, intolerância a exercícios, síncope e sinais de ICC direita.

O diagnóstico pode ser feito através de testes de sangue diretamente no consultório e/ou através de exames laboratoriais, radiografia torácica e eventualmente pelo ecocardiograma. O tratamento deve ser feito por um médico veterinário cardiologista.

Dirofilariose tem prevenção através de vermífugos mensais ou pela aplicação de Pro-Heart anual.

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*Este texto foi escrito pela Drª Nathália Pereira – Médica Veterinária dos Shopping dos Bichos.

AGO.15 - DIA DA GESTANTE

Dia da gestante

AGO.15 - DIA DA GESTANTE

Dia 15 de agosto se comemora o dia da gestante e – assim como em humanos – cadelas e gatas precisam de cuidados específicos durante a gestação. O acompanhamento da gestante e um cuidado pré-natal adequado estão intimamente relacionados ao nascimento de filhotes sadios e à redução da mortalidade neonatal.

A gestação de cães e gatos varia entre 58 e 66 dias. Trata-se de um período em que os donos devem se cercar de cuidados com a fêmea gestante, garantindo um parto seguro e oferecendo bem-estar para a mamãe e os filhotes. É o momento de evitar que erros nutricionais, tratamentos inadequados e doenças que possam determinar problemas para as mamães e os filhotes.

Acompanhamento pré-natal

Um acompanhamento pré-natal feito por um médico veterinário, portanto, é de extrema importância e deve ser iniciado desde o acasalamento até o desmame dos filhotes, o que resultará em uma gestação tranquila e um parto bem-sucedido.

Entre suas atribuições, o profissional tomará os seguintes cuidados: alimentação adequada, controle parasitário e vacinação. Além disso, exames como ultrassonografia e exames de sangue poderão ser realizados com objetivo de avaliar a gestação, o número de filhotes e a viabilidade dos fetos.

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*Este texto foi escrito pela Drª Nathália Pereira – Médica Veterinária dos Shopping dos Bichos