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Como eliminar os pelos dos animais da casa

Ter gato ou cachorro não precisa ser sinônimo de uma casa cheia de pelos! Confira alguns truques para eliminar a sujeira sem estresse e viver em harmonia com o seu peludo.

 

Se você está pensando em ter um animal, saiba que a rotina de limpeza mudará bastante, principalmente a frequência. Por isso, é importante pensar bem se terá tempo e disposição para tanto. Se a resposta for sim, apresentamos abaixo o seu mais novo arsenal de cuidados para eliminar os pelos da casa:

1. Aspirador de pó
Este item já deve ser um velho conhecido seu. Agora, mais do que nunca, ele se tornará o seu melhor amigo. Prefira usá-lo no lugar da vassoura que, muitas vezes, acaba espalhando e levantando esse tipo de sujeira.

2. Rodo
Quer algo mais prático? Aposte no rodo, que puxa os pelos de forma mágica! Não precisa de pano nem água. Por isso, essa técnica é perfeita para qualquer tipo de piso ou tapete. A versão menor do rodo, usado na pia da cozinha, é perfeita para o sofá!

3. Fita adesiva
Para tirar os pelos dos tecidos, você pode apostar naqueles rolos adesivos disponíveis no mercado, porém, uma alternativa mais econômica a esse produto é a fita adesiva, daquelas usadas para fechar caixas de papelão, com cerca de 5 cm de largura. Você pode enrolar um pedaço em volta dos seus quatro dedos (deixar o dedão de fora), com a face colante para cima. Depois é só pressionar a fita pelo tecido.
4. Luvas de borracha
Os gatos e cachorros adoram ficar no sofá. Se isso acontece na sua casa, provavelmente esse móvel está cheio de pelos. Aquele par de luvas que você usa na faxina pode resolver o drama. Não tem segredo: coloque as luvas e passe pelo móvel puxando os pelos.

5. Capas para tudo
Está tudo limpo na casa? Ótimo. Agora o desafio é manter. Onde for possível, você pode optar pelas capas, que são práticas e podem ser retiradas e lavadas sempre que necessário. Entre as opções estão as capas para sofá e para edredom, caso o pet durma com você. Depois de lavar na máquina esses tecidos, não esqueça de higienizá-la de acordo como é orientado no manual ou até retirando com a mão os pelos que ficam acumulados no fundo do tambor, caso contrário, terá uma surpresa desagradável após lavar suas roupas.

gato-banho (Foto: Thinkstock)

Dicas para evitar a queda dos pelos dos animais

Alimentação balanceada
A veterinária Cristiane Marialva, da clínica Animall Pet Story, alerta que a escolha adequada da ração é primordial para a saúde do animal e, consequentemente, para a dos pelos. O alimento escolhido deve conter todos os nutrientes que o seu pet precisa, sempre levando em consideração a idade, o peso e o porte. Cnverse com o seu veterinário para decidir qual a melhor opção para o seu bichinho.

Escovação diária dos pelos
Todos os dias, sem exceção, principalmente se o animal tiver pelos longos. Dedique cerca de 15 minutos por dia para evitar que grande parte dos pelos se espalhem pela casa inteira. Atenção especial no começo do inverno e verão, quando os animais costumam trocar a pelagem.

Banhos frequentes com escovação para remoção de pelos
Os banhos regulares ajudam a eliminar os pelos mortos e, consequentemente, caem menos pela casa. Vale também investir em uma escovação específica para remoção dos pelos, feitas nos petshops, conta a veterinária. Os felinos em especial agradecem, pois isso ajuda a evitar o acúmulo de bolas de pelos no intestino.

Tosa
Em alguns períodos como no verão, quando os pelos podem cair mais, tosar um animal de pelagem longa pode ser uma boa alternativa para diminuir o volume de pelos espalhados pela casa.

Suplementação vitamínica e mineral
Se nenhuma das opções acima surtir efeito e os pelos continuarem caindo em excesso, Cristiane orienta buscar ajuda profissional para descobrir se a causa não se trata de alguma deficiência vitamínica, que pode ser reposta com suplementação.

Matéria retirada de https://revistacasaejardim.globo.com/

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Cuidados

Saiba como cuidar de filhotes de cachorro recém-nascidos

Geralmente a mãe dos filhotes se encarrega de todos os cuidados, mas cabe aos donos ajudarem a nada sair do rumo natural

Quem tem fêmeas não castradas em casa sabe que corre o risco dela engravidar algum momento na vida e, caso já tenha acontecido, parabéns, sua cadelinha dará à luz a lindos filhotes de cachorro. Saiba que as suas responsabilidades irão aumentar a partir de agora, pois os bebês precisarão de sua ajuda para crescerem fortes e saudáveis.

Por sorte, boa parte dos cuidados a mãe dos filhotes dará conta sozinha. A sua função será garantir que nada saia do rumo natural, e se sair, esteja pronto para intervir e ajudar. No entanto, pode não ser tão simples assim cuidar de filhotes de cachorro.  É importante se informar antes para estar preparado. Por isso, iremos te ajudar nesta tarefa com algumas dicas.

É preciso ficar atento aos cuidados com filhotes de cachorro para crescerem forte e saudável

Retirando o filhote da barriga

Este item é importante para o caso dos filhotes nascerem em casa e sem a ajuda de um profissional. Primeiramente, você precisa saber extrair os cães dos invólucros fetais para não inalarem o líquido e morrem asfixiado. Depois fazer isto, limpe a boca e as narinas da mucosidade que possa ter entrado. A opção mais simples é segurar o cãozinho pelas patas traseiras. Se ele não começar a respirar com este método, sopre com força no nariz. E, se ainda não tiver dado certo, mergulhe rapidamente a cabeça dele em água fria.

Caso tudo ocorrer bem e o filhote começar a respirar, seque-o com uma toalha macia. Depois a mãe se encarregará instintivamente de cuidar dele, direcionando-o para receber a primeira amamentação.

Atenção ao ambiente

Como qualquer recém-nascido, o mundo externo é estranho e frio, bem diferente do ambiente quentinho e seguro da barriga da mãe. Por esta razão, você deverá proporcionar um local parecido com a barriga para o filhote se sentir acolhido. Muitos filhotes não sobrevivem por não conseguirem se aquecer após o parto.

Nas três primeiras semanas de vida, o cãozinho é muito frágil e nem consegue regular a temperatura corporal sozinho. Geralmente a mãe se encarrega de mantê-los aquecidos, então prepare uma área especial para a mãe e os filhotes, de preferência confortável, quente e reservado. Forre o local com um colchonete, almofadas e mantas grossas. Não se esqueça de sempre manter tudo limpo para manter a saúde dos bebês.

Entretanto, se não for possível que a mãe aqueça a ninhada, você deverá criar artificialmente este ambiente. Faça um “ninho” com uma caixa de papelão, forre-a com jornais, cubra-a com uma toalha limpa e encha de mantas. Cuide para que a temperatura do local esteja sempre estável, entre 20ºC e 22ºC. Deixe também uma caminha para os bebês num lugar limpo e tranquilo.

É preciso ficar atento aos cuidados com filhotes de cachorro para crescerem forte e saudável

Observe-os regularmente

É importante ficar atento nos primeiros meses de vida, pois é o período que são mais frágeis. Observe se eles respiram direito, se movimenta-se normalmente, se a progenitora está os amamentando corretamente, entre outros.

Preste também atenção em possíveis sinais de doença, como diarreia e vômitos, e comunique rapidamente um veterinário caso tenha algo errado. Além disso, evite separá-los da mãe no início, pois esta relação é importante para o bem-estar físico e psicológico de cada filhote.

Amamentação

A amamentação é a parte mais importante na vida de qualquer mamífero. Os filhotes de cachorro precisam do leite da mãe para receberem o colostro, indispensável para o desenvolvimento. É ele que dará imonoglobulinas, gordura, carboidratos, água e proteínas. É imprescindível que os cãezinhos amamentem o mais rápido possível.

Caso eles não tenham acesso a esse leite, seja porque a mãe tem problemas na lactação, rejeitou a cria ou morreu no parto, você terá que alimentá-los com um mamadeira. Existem um leite específico para cães recém-nascidos que é vendido em pet shop, mas a melhor opção é consultra um veterinário antes de comprar.

Durante a primeira semana, são necessárias oito refeições diárias a cada duas ou três horas. À medida que vão crescendo, o intervalo vai aumentando. Na semana seguinte, passa-se para sete reduzindo até chegar a três ou quatro refeições diárias na época do desmame. Com um mês já podem comer alimentos moles e depois sólidos. Durante todas essas etapas, verifique regularmente se os filhotes estão aumentando o peso, pois os que não ganham massa podem não sobreviver.

É preciso ficar atento aos cuidados com filhotes de cachorro para crescerem forte e saudável

Necessidades fisiológicas

Diferente de nós humanos que urinamos e defecamos naturalmente, os filhotes de cães precisam ser estimulados. A mãe faz isso lambendo a região genital e perianal. Mas, caso isto não ocorra, o cão acabará eliminando os resíduos sozinho, mas não é o recomendado. A falta de estímulos causará dor, estresse, cólicas e outras complicações de saúde.

Para evitar este problema, caberá a você ajudar o bebê neste precesso. Utilize um algodão umedecido para simular as lambidas da mãe. É uma medida simples, mas que exige dedicação, pois deverá ser realizada pelo menos 10 vezes ao dia durante as primeiras semanas de vida. Faça um revezamento entre os moradores da casa para ajudar o pequeno filhote.

Socialização

A socialização é uma parte necessária e indispensável na vida de qualquer cachorro, ainda mais quando filhote. Ela irá garantir que o animal cresça saudável, feliz e apto para interagir com você, outros cães e o mundo exterior. Por isso, logo que a ninhada nascer, mantenha os bebês todos juntos e com a mãe. Isto irá ensiná-los a se relacionar, adquirir comportamentos próprios da espécie e futuramente desenvolver confiança emocional para viverem sozinhos.

Fique atento caso algum dos filhotes se isole do grupo e aproxime-o. Entretanto, não force demais, pois cada um tem sua personalidade e caráter.

É preciso ficar atento aos cuidados com filhotes de cachorro para crescerem forte e saudável

Visita ao veterinário

Não deixe de visitar o veterinário para ficar de olho na saúde dos filhotes e começar a desparasitação e vacinação. A partir da segunda semana já deve ficar atento a isso. Confirme com um profissional de confiança as datas, mas geralmente a desparasitação começa com duas semanas de vida. Já as vacinas costumam ser dadas na sexta ou sétima semanas, próximo da época do desmame.

Além disso, a visita ao veterinário também é importante para a implantação de chip – caso seja a opção dos donos – para serem achados caso se percam e realização de castração. Evite sair com os filhotes de cachorro antes de completarem três meses de vida, pois o risco de contraírem doenças é bem grande. Preze pela saúde dos bebês antes de mostrá-los ao mundo.

Matéria retirada de http://canaldopet.ig.com.br/

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Pets também vão pular o Carnaval nesse fim de semana

Olha o blocão aí, gente!!!! É, o Carnaval não é só para humanos. Tem Carnaval bom pra cachorro também. O BloCão, criado especialmente para os pets, estará neste sábado, na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, a partir das 9h. Além de muita folia, tem assistência veterinária com profissionais da Petz, brindes e concurso de fantasia. E tudo de graça! Já os peludos de Botafogo vão poder se divertir também neste sábado, na Praça Nelson Mandela, no bloco Late, Mas Não Morde, a partir das 18h. É de graça também!!! E neste sábado também tem bloco de pets no Parcão da Lagoa, das 9h às 13h.

A farra é boa, mas é preciso cuidados muitos especiais com os cachorros durante a folia. Por isso, fique com as dicas da gerente de clínicas da Petz Karina Mussolino, para seu bichinho de estimação não atravessar o samba:

1 – escolha fantasias confortáveis, que não tapem os olhos, não dificultem a locomoção e não sejam apertadas. Opte também por tecidos leves.

2 – Para a folia céu aberto é preciso fugir do sol para evitar a hipertermia, e muita hidratação. Leve uma garrafinha com água e evite sair com os peludos entre 10h e 16h. Usar protetor solar para pets é fundamental.

3 – O som muito alto dos blocos pode assustar os cães, por isso evite ir a locais muito barulhentos e dê preferência para eventos especiais para pets.

4 – Muita gente junta também pode não ser confortável para eles. O uso de guias e coleiras é indispensável. Elas vão evitar que seu cão se perca de você e que ele entre em conflito com outros cães do blocos.

5 – É fundamental que os peludos estejam com a vacinação em dia, pois ele vai ter mais contato com outros pets. Além disso, essa época do ano é chuvosa, que pode trazer risco de leptospirose.

Com esse passo a passo seu carnapet está garantido!

Programação está variada

E tem programação também para quem não quer cair no samba. Neste sábado, tem a edição do Adotar é tudo de bom, programa promovido pela Pedigree que vai ajudar os peludos da Focinhos de Luz a encontrarem uma família. O bichinhos já estão vacinados e castrados. Eles estarão na Petz da Avenida Ayrton Senna 3.437, na Barra, no Rio. Das 11h às 17h. O Adotar é tudo de bom, que completa 10 anos em 2018 e já mudou a realidade de mais de 62 mil cães abandonados no país por meio do estímulo à adoção e posse responsável. Entre nessa campanha e ajuda você também a mudar a realidade de um peludo. Os candidatos devem estar com RG, CPF e comprovante de residência original e vão passar por uma entrevista com os organizadores. E lembre-se: adotar um animal é muita responsabilidade, portanto pense bem antes de fazê-lo.

Quem quiser um Carnaval diferente é só ir ao AquaRio até a próxima-terça-feira e cair na folia com o “Carnaval do Zé Tubarino”, que promete música, confete e serpentina e atividades lúdicas para as crianças, que poderão ir fantasiadas. Uma das atrações será o Grupo Lekolé, que comanda o bailinho de carnaval, das 10h30 às 12h. A companhia, criada pela atriz e bailarina Letícia Pope e pelo músico Kuko Moura, é garantia de diversão, já que mistura roda de ciranda, contação de histórias e música ao vivo. Durante a matinê infantil, haverá também distribuição de máscaras carnavalescas. Durante a folia a adesão ao programa anual terá valor promocional a R$ 99,90. Praça Muhammad Ali, Gamboa (em frente aos Armazéns 7 e 8). Das 10h às 18h, com entrada no circuito até 17h. Mais informações em aquariomarinhodorio.com.br.

Matéria retirada de https://odia.ig.com.br/

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Cachorro tem gripe como a dos humanos?

Saiba como identificar e de que maneira agir quando o seu cachorro tem gripe

Muito comuns aos seres humanos, as gripes e resfriados aparecem bastante nas épocas em que as temperaturas são baixas e secas e, na maioria das vezes, são facilmente tratadas. No entanto, o que muitos não sabem é que os animais também sofrem com este tipo de ocorrência ao longo da vida, e cachorro tem gripe.

Os cães podem ser contaminados pelo problema de diferentes maneiras e, na maioria das vezes, não é difícil identificar quando um cachorro tem gripe, já que os seus sintomas se apresentam de forma similar com a das pessoas. Fatores que incluem friagem, ventos fortes e gelados e a temperatura muito baixa também influenciam na aparição da gripe canina; no entanto, o vírus da Parainfluenza Canina e do Adenovirus Tipo II, além da bactéria Bordetella Bronchiséptic, também podem ser tidos como agentes da doença, e provocar, inclusive, a famosa Tosse dos Canis.

Em todos os casos, os sinais são bastante característicos, e destacam a tosse seca (que dá a impressão de que o animal está engasgado com alguma coisa) como o sintoma mais típico da gripe canina.

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Espirros, secreções nasais e a expectoração de uma espuma branca pela boca também são ocorrências frequentes nos cães gripados. Porém, nos casos em que a doença ganha mais força, ela pode ser responsável por gerar uma série de outras complicações para a saúde do animal; podendo até transformar-se em uma pneumonia – que é muito mais difícil de ser tratada e pode levar o animal ao óbito.

Os cães com uma propensão maior a desenvolver casos mais graves da gripe e da tosse canina são os filhotes, os idosos e os que, por algum motivo, tenham problemas de imunização. Além destes, os cachorros de raças braquicefálicas (de focinho mais curto) também têm uma predisposição maior a enfrentar problemas sérios durante uma gripe; já que contam com uma capacidade menor de “filtrar” o que é respirado pelo nariz até que o ar chegue ao seu pulmão, levando mais impurezas e bactérias para seu corpo.

Conforme a doença se desenvolve e se torna mais agressiva, sintomas como febre, secreções oculares, falta de apetite e apatia, entre outros, começam a aparecer – sendo que, se a doença não for tratada de maneira correta, esse quadro pode evoluir para a pneumonia. Com isso em mente, fica claro que, ao notar qualquer sinal de gripe no seu cãozinho, a melhor pedida é correr para uma clínica veterinária – onde ele poderá ser avaliado por um profissional e, se for necessário, medicado.

Embora haja casos em que a doença pode trazer graves consequências (incluindo a morte do animal), esse tipo de situação acontece, principalmente, em função do não tratamento do pet e, na grande maioria dos casos, os cachorros com gripe são facilmente curados – exigindo apenas alguns cuidados como ficar longe de friagens e a administração de antibióticos (que devem ser receitados por um médico veterinário) e anti-inflamatórios.

Matéria retirada de http://www.cachorrogato.com.br/

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Saiba quando começar o ciclo de vacina para cachorros, conheça as doenças prevenidas pela vacinação em cães.

Ter um animal é sinônimo de cuidar bem dele, logo, a vacina para cachorros é um item muito importante para a saúde e a qualidade de vida do pet. Sejam as combinadas, a de raiva, gripe ou giárdia, é essencial que eles estejam imunizados de todo tipo de doença.

Algumas das patologias que podem ser evitadas por uma vacina para cachorros são hepatite infecciosa, parvovirose, cinomose, giárdia, parainfluenza, tosse canina e a raiva, que se contraídas podem não ter soluções, chegando a tornar-se fatais.

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É importante ressaltar que todas elas devem ser aplicadas por um veterinário, pois somente um especialista da área é preparado para o procedimento correto, evitando problemas e danos maiores ao bichinho, que já irá ficar amedrontado na hora e com reações adversas após algumas delas. Estes efeitos pós-vacinação são normais, mas nada melhor do que dar carinho para ele depois e saber que tudo é para o seu bem-estar, não é?

É essencial que desde filhote o animal já comece a ser vacinado, por isso, aos 45 dias de vida ele já deve tomar as primeiras doses, que no caso são das polivalentes V8 ou V10, o imunizando de cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina, parainfluenza, coronavirose, adevovirose e leptospirose. Estes tipos de vacinas para cachorros tem o benefício de conter em uma só agulhada todos os antígenos, evitando que seja aplicada uma a uma e traumatizando o bichinho.

A segunda dose, que deve ser dada pelo menos 21 dias depois da primeira, também será administrada juntamente a da tosse, tão comum em cães, mas que se não tratada pode trazer intensas complicações.

Seguindo corretamente o calendário das vacinas para cachorros, a cada 3 semanas o seu peludo deve visitar o veterinário até encerrar o ciclo. Anote a sequência delas:

  • Vacina VX (1ª dose polivalente, sendo a V8 ou V 10);
  • Vacina VX (2ª dose) + Vacina TC (1ª dose da específica para tosse);
  • Vacina VX (3ª dose) + Vacina TC (2ª dose);
  • Vacina GI (1ª dose contra Giárdia);
  • Vacina GI (2ª dose) + Vacina VR (Antirrábica).

Dicas importantes: O cachorrinho deve estar bem nutrido, já com os vermífugos ministrados (e com a certeza de que já estão sadios quanto a isto), mantenha o seu amigão dentro de casa, sem contato com outros bichinhos até que ele esteja totalmente imunizado.

Vacinas para cachorros: conheça as doenças evitadas por elas uma a uma

Todas as vacinas para cachorros tem a sua importância, portanto, não descarte nenhuma medindo se há mais ou menos necessidade. As polivalentes trazem diversas imunizações em uma mesma aplicação, contudo, ainda assim o seu bichano tem de tomar a de gripe canina, tosse, raiva e giárdia, para garantir a saúde dele de uma vez por todas.

Hepatite Infecciosa Canina

A Hepatite Infecciosa Canina (HIC), também conhecida como Doença de Rubarth, é infectocontagiosa através de vírus, onde depois que entra no organismo do animal se espalha para todos os tecidos, instalando-se com mais intensidade nos hepatócitos (células do fígado) e células endoteliais (da pele).

Para saber se o pet está com esta doença (caso ainda não tenha iniciado o ciclo das vacinas para cachorros), os sinais são vômitos, diarreia, febre, dor abdominal, linfadenopatia (crescimento dos gânglios linfáticos), faringite, tosse, edema cervical e hemorragia. Esta patologia também afeta o Sistema Nervoso Central, dando algumas sequelas como desorientação, ataques convulsivos, depressão e chegando até a fazer com que o cão entre em coma.

Cinomose

A cinomose é uma doença que chega a atingir vários órgãos silenciosamente, podendo ser fatal. É transmitida pelo contato direto entre um animal infectado e outro sadio (principalmente em canis), além de itens já contaminados pelo vírus. Por isso é muito importante que as vacinas para cachorros sejam ministradas logo.

Entre os sintomas estão apatia, perda de apetite, falta de coordenação, vômito, diarreia, tosse e espirro, febre, além de secreções no nariz e olhos.

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Parainfluenza

Também chamada de tosse canina, assim como a cinomose é passada de um animal doente para o outro saudável. Ela pode ser diagnosticada pela coriza, febre, tosses, secreções e deixa o animal debilitado, abrindo espaço para o contágio de outras doenças mais crônicas, agravando ainda mais o quadro clínico dele. Dependendo do caso chega a situações irreversíveis.

Parvovirose

Doença viral passada pelas fezes, é muito perigosa principalmente em filhotes, por isso a importância das vacinas para cães logo no início da vida dos pets. Diferentemente do que muitos pensam, não é necessário que o bichinho coma as fezes, mas o simples fato de lamber suas patinhas ou algo que tenha estado em contato com elas já basta para que ele contraia a doença.

Para saber se o seu cachorro está com parvovirose observe sintomas como febre, palidez, desidratação, depressão, problemas no sistema respiratório e vômito.

Coronavirose

A Coronavirose Canina, que também pode ser chamada de Gastroenterite Contagiosa dos Cães, tem origem por um vírus similar ao da Parvovirose, causada pela ingestão de alimentos contaminados. Sendo assim, o intestino do cão fica comprometido, já que além da morte das células locais, todo o alimento ingerido tem seus nutrientes também absorvidos pelos agressores.

Os sinais clínicos são vômito, diarreia em forma líquida e com jatos intensos, falta de apetite, olhos lacrimejantes, sonolência e febre.

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Raiva

A raiva é um vírus que pode ser passado do animal para as pessoas e é transmitida por mordidas ou arranhões dos infectados para os saudáveis.

Como os principais indícios estão a confusão, agressividade, desorientação, dificuldade para engolir, momentos de alucinação, paralisia motora, salivação excessiva e espasmos. Ela pode ser de três tipos: Raiva Furiosa, Raiva Muda e Raiva Intestinal, mostrando mais uma vez a importância das vacinas para cachorros tanto quando filhotes, como anualmente já adultos.

Giárdia

A giárdia, giardíase ou lambiose vem do protozoário consumido pela água ou fezes infectadas. Embora os seus trofozoítos (a forma ativa que se movimenta, alimenta e reproduz) não sobrevivam quando estão fora do seu ambiente, os cistos deixados são altamente perigosos. É uma patologia assintomática, sendo detectada somente pelo exame fecal.

Os sintomas dela são: dor abdominal, fezes com sangue e/ou diarreia com odor forte, vômito, desidratação e perda de peso.

Tosse dos Canis

Ela é passada pelas gotas de tosses ou espirros de um cão doente para um sadio. Dentre as vacina para cachorros esta pode não ser só por meio de agulha, mas também através da inserção via nasal.

Entre os sinais clínicos podem ser destacados a tosse seca e áspera, espirros e secreção no nariz. Quando ela não é tratada, pode virar pneumonia e, então, irreversível.

Os cães que já estão com alguma doença são os mais suscetíveis a ela, explicando a extrema necessidade das vacinas para cachorros serem iniciadas o quanto antes, já que esta faz parte da segunda dose (em torno dos dois meses e meio de vida do peludo) e deve ser reaplicada ano a ano.

Quais precauções e efeitos colaterais das vacinas para cachorros?

Vale ressaltar que o pet deve estar em ótimas condições de saúde ao ser vacinado, para a total eficácia da imunização, sendo que o veterinário irá avaliar o animal e, dependendo do caso, pedindo para que ele retorne depois de curado.

Outro fator importante é a procedência das vacinas para cachorros, tendo de ser de um consultório ou centro específico de confiança, evitando charlatanismos e, consequentemente, que os pets fiquem desprotegidos.

A presença do dono pode ser favorável ou não, já que o cão pode memorizar a situação com a participação do seu melhor amigo e, deste modo, ficar chateado, emburrado e até mesmo indiferente por alguns tempos. Então, sempre avalie a personalidade do seu pet para este momento. Pergunte-se: “Vale a pena eu segurá-lo, para que ele sinta confiança em mim nesta hora, ou é melhor que outra pessoa faça isto e eu saia do local, evitando esta associação?”.

Quanto aos efeitos colaterais, é muito comum que nas primeiras 24 horas ele fique com o local da aplicação dolorido, portanto, evite pegá-lo no colo e caso seja necessário, o faça com cuidado e de maneira delicada.

Como as vacinas para cachorros são os antígenos, ou seja, nelas contém “um pouco da doença”, é comum que eles tenham os sintomas da maioria delas, como febre, dor no corpo, apatia, sonolência, canseira e perda de apetite, sendo indicado que ele permaneça em repouso até passarem todas essas reações.

Matéria retirada de http://www.dogscare.net/

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Cao

7 Dicas para Banho em Cachorros

Um dos assuntos mais importantes e essenciais para a saúde do seu cãozinho é a higiene dele!
Por isso aqui você vai encontrar dicas e informações importantes para administrar o banho em cachorros.

1. Filhotes só devem tomar banho após 2 meses

Esta informação é muito importante!
Se você tem um filhote de cachorro em casa, atenção! Para levar para banhos em pet shop, o filhote precisa ter completado o ciclo de vacinas, ou seja, ele deve ter mais que 2 meses de idade, para que não passem pelo risco de contraírem doenças.
Filhotes são sensíveis e possuem imunidade baixa, e por isso é necessário verificar com o veterinário antes de qualquer coisa. Pode ser que o banho em casa seja liberado, o que necessita de cuidados especiais! Se for o seu caso, leia a dica 6!
banho em cachorros
O que a maioria dos veterinários recomenda é banho apenas com algodão umedecido em água morna, lenços umedecidos ou produtos para banho a seco, como este. Leia as próximas dicas para entender melhor e saber o que fazer!
Outra informação importante é que filhotes que ainda mamam podem ser rejeitados pela mãecaso sejam utilizados no banho shampoos ou perfumes muito fortes. Considerando que o faro dos cães é muito superior ao nosso, qualquer perfume pode ser um risco para o filhote! São as mães que cuidam da higiene dos filhotes, e qualquer intervenção humana pode atrapalhar.

2. A frequência ideal para dar banho

Banho demais pode fazer mal! Por isso, é importante administrar uma frequência ideal de banho em cachorros.

O recomendável é de cerca de 30 em 30 dias no inverno (1 vez por mês) e no máximo de 15 em 15 dias no verão, para cães de pelo curto que morem em apartamento.

banho em cachorros

Já os cães de pelo longo que demandam um banho mais frequente, bem como cães que vivem em casas, terrenos, quintais e que se sujam mais, existem outras soluções. Por exemplo, é possível lavar ou limpar apenas as patinhas quando estiverem muito sujas, ou as orelhas e pontas dos pelos, para os que possuem orelhas compridas e pelos que ficam em contato com o chão.

Existe também a opção de banho a seco, como o Fluido Desembaraçador Mega Pet Society, que é ótimo para pentear, desembaraçar e também higienizar os pelos.

3. Necessidade de Produtos Especiais

É essencial que o seu cão passe por uma consulta no veterinário para que sejam identificadas possíveis necessidades específicas, como alguma doença de pele ou alergia.

Para cada caso, existe um produto especial para o tratamento e você pode dar banho em casa mesmo e cuidar da pele do seu cachorro.
As doenças de pele mais comuns são:

  • Micose: comum em filhotes que ficam em contato com terra e toalhas ou objetos contaminados;
  • Sarna: doença causada por um tipo de ácaro que provoca muita coceira e é dividida entre escabiose e sarna negra,
  • Alergia: a picadas de pulgas e ácaros;
  • Infecções: são semelhantes à micose e alergia, mas merecem maior atenção pois o tratamento deve ser intenso;
  • Seborreia: sim, cães também podem ter a “caspa”;
  • Problemas hormonais: problemas no organismo do cachorro também podem causar dermatites (doenças de pele), por isso a saúde dele deve estar em dia, assim como a alimentação e higiene.

Se o seu cachorro for diagnosticado com uma destas doenças, será necessário um tratamento, e para isto existem produtos específicos e especiais a serem aplicados com atenção.

Se o cachorro também tiver pulgas ou carrapatos, é extremamente necessário utilizar cosméticos específicos para remove-los. Você pode saber mais sobre pulgas clicando aqui.

Continue lendo nossas dicas para entender melhor e saber o que fazer no tratamento do seu cachorro.

4. Mantenha a escovação em dia

Tão importante quanto o ato do banho, é a manutenção diária dele, ou seja, a escovação dos pelos. Fique de olho para identificar sempre que seu cachorro precisar de uma escovação, que é muito importante para manter uma boa saúde da pelagem.

banho em cachorrosAntes do banho também é muito importante que o pelo seja escovado, para assim remover pelos mortos e melhorar bastante a eficácia de limpeza dos shampoos e cosméticos de tratamento.
Para algumas raças, geralmente as com pelos longos e finos, é recomendável usar produtos que desembaracem os pelos, facilitando o processo de escovação, como este que já citamos.

escovação é um processo importante e que deve ser realizado com calma e carinho, portanto, tenha paciência, penteando a pelagem de maneira firme, mas cuidadosa, principalmente quando for desfazer nós.
Se aplicar força demais o pet se machuca e pode ficar traumatizado.
Nós recomendamos também a escova Furminator, que é uma ferramenta exclusiva para eliminar pelos mortos enquanto distribui uniformemente os óleos naturais da pelagem, responsáveis pela saúde da pele e aparência dos pelos, deixando um pelo limpo e com muito mais brilho!

5. Como escolher: banho em casa ou em pet shop?

Esta é uma decisão que merece atenção especial. Se o veterinário não determinar algum cuidado especial e deixar a você a escolha entre banho em casa ou pet shop, pense bem!

Caso prefira levar ao pet shop, procure por boas indicações, dê preferência aos pet shops em que pessoas conhecidas e de confiança também levam seus cãozinhos e se possível, solicite para acompanhar seu cachorro no primeiro banho, para observar como ele se comporta e como o profissional do banho lida com ele.

banho em cachorros

Observe também como seu cachorro se comporta, se ele sente medo ao ir a pet shop, se demonstra algum tipo de comportamento estranho e negativo com o profissional.
A linguagem canina pode dizer muita coisa, saiba mais clicando aqui.

Caso você escolha por dar banho em casa, siga nossa próxima dica! Esta decisão é muito boa, pois o cachorro costuma ficar mais tranquilo na companhia de seu dono e em um ambiente já conhecido dentro de casa.

Dar banhos em casa também é indicado a quem tem filhote ou cão idoso, ou que seja agressivo ou não gosta de pessoas estranhas.
O melhor jeito de escolher o ideal para o seu cão, é observar o comportamento dele mesmo.

6. Passo-a-passo para o banho em casa

● Escolha o melhor horário e local
Os melhores horários são os momentos mais quentes do dia, para que o animal não sinta tanta diferença no contato com a água, que deve ser morna (facilita a eficácia do shampoo)!
Já o local, pode ser o banheiro ou algum lugar confortável para você e para ele, que tenha fácil acesso à água morna. Evite mangueiras com água fria.

banho em cachorros

● Utilize os produtos próprios para o banho
Antes de começar o banho, proteja os ouvidos do cachorro com bolas de algodão. Separe os produtos para o banho, que devem ser shampoos e cosméticos especiais para ele!
Confira aqui os melhores produtos para o banho.
Caso seu cachorro tenha alguma necessidade especial para tratamento de pele, temos aqui os melhores produtos para cada caso.

● Cada parte do corpo merece atenção especial
No momento do banho, lave com carinho e delicadeza cada parte do corpo do cachorro. Cuidado com o rosto para não deixar que os olhos, nariz, boca e ouvidos entrem em contato com o shampoo. Lave bem as patinhas, entre os dedos, a virilha e as dobras, além das áreas íntimas.
Faça leves massagens para que o ato seja prazeroso e relaxante para ele também.

Enxague o shampoo e aplique condicionador se for preciso, para pelos longos serem penteados.
Após o banho, retire todo o produto com água e passe a secar seu cachorro.

● Secagem
Caso seu cachorro permita, utilize secador de cabelos, com cuidado para não esquentar muito e também para o barulho não incomodar tanto os sensíveis ouvidos do seu cachorro.
Utilize toalhas secas, esfregando-as levemente pelo corpo, principalmente para tirar o excesso de água.

banho em cachorros secagem

É importante também que o cão saia ao ar livre e tome um pouco de vento para que elimine toda a umidade após o banho, evitando possíveis doenças e alergias.

Após o banho, ofereça um petisco e muito carinho ao seu cachorro, para que ele associe o banho a algo bom e prazeroso!

7. Mantenha a tosa em dia

A tosa é importante estar sempre em dia, tanto para a saúde e higiene do cachorro quanto no ato do banho.
Portanto, mantenha sempre o pelo aparado, adequando com a temperatura, comportamento e tipo de local em que o seu cão permanece mais.

banho em cachorros tosa

A saúde da pelagem do cachorro se faz desde a alimentação até o corte e manutenção.

Matéria retirada de http://blog.geracaopet.com.br/

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Evite acidentes com animais que têm medo de barulho.

 Cachorros têm uma audição apurada e sofrem em dias de jogos e festas, quando o barulho dos fogos toma a vizinhança
Cachorros têm uma audição apurada e sofrem em dias de jogos e festas, quando o barulho dos fogos toma a vizinhaça (Foto: Shutterstock)

Enquanto você está diante da TV torcendo por seu time, o seu bicho pode estar correndo risco de vida. O barulho dos fogos de artifícios, muito usados em partidas decisivas e finais de campeonato, amedronta muitos animais de estimação e ocasiona problemas sérios como quedas, enforcamentos ou até mesmo fugas.“A maioria dos animais tem medo de fogos e rojões. O dono deve se precaver de possíveis acidentes relacionados ao estresse gerado pelo excesso de barulho”, avisa a dra. Elaine Pessuto, diretora clínica e coordenadora do curso de Auxiliar Veterinário do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia, em São Paulo.

Uma dica valiosa é manter os bichos em locais seguros. Nada de locais altos, de onde eles podem saltar como sacadas ou lajes. Outro perigo são os portões com lanças, portas de vidro e correntes.

“Muitos tentam fugir e acabam se ferindo em portões, lanças ou mesmo se enforcando nas cordas e correntes”, diz a veterinária. Os animais precisam se sentir seguros, assim é necessário mantê-los abrigados em locais aonde eles possam se esconder. “Muitos gostam de ficar embaixo de móveis ou escadas, mas tente não deixá-los sozinhos”, ressalta.

O ouvido humano pode captar sons que estão numa faixa de vibração entre 20 e 20.000 ciclos por segundo, enquanto os cães alcançam sons entre 18 e 40.000 ciclos por segundo. Para eles, portanto, os fogos geram um barulho realmente insuportável, que os deixa apavorados. “Tapar as orelhas do cão durante o jogo com algodão pode até ajudar, mas é um método muito tênue se levarmos em consideração a potência auditiva deles”, avalia a dra. Elaine Pessuto.

Com um pouco de paciência e tempo é possível adotar métodos de adestramento para dessensibilizar o animal. “Em certos casos, a fobia e o estresse gerados são tão intensos que é necessário fazer uso de medicamentos que devem ser prescritos e monitorados pelo médico veterinário”, acrescenta a veterinária.

E confira agora as dicas de como agir em dias de fogos:

– Evite deixar seu amigo sozinho;

– Crie um abrigo: se ele ficar sozinho, deixe-o em um local seguro;

– Evite fugas: mantenha portões e portas fechados;

Matéria retirada de http://www.epoca.com.br

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Cao_Praia

Cães e gatos precisam de cuidados na praia

Praia: um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral

Cao_Praia

Com o aumento da temperatura e a chegada do sol, a praia acaba sendo o destino escolhido para os fins de semana e feriados. Apesar dos alertas nas praias proibindo os animais de estimação na areia, muitos tutores arriscam e levam o pet para passear, imaginando que não vai fazer mal apenas dar uma voltinha. Porém, segundo a médica veterinária Kelly Cristina Choque, especialista em dermatologia do Hospital Veterinário Batel, ao fazer isso, o tutor está colocando em risco a sua saúde e do animal.

No caso dos humanos, os principais riscos são as doenças que podem ser transmitidas pelo contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. No caso das dermatites, as partes do corpo mais afetadas são pés, pernas e mãos. Nas crianças, esse tipo de problema é ainda mais recorrente, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia”, alerta a veterinária.

Além disso, também existem os males que esse tipo de ambiente traz para os animais. Um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral. “Esse verme se aloja no coração do animal, provocando sintomas que podem demorar anos para aparecer, mas que costumam ter consequências muito graves. Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão”, explica.

"Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde" (Foto: Divulgação )

“Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde” (Foto: Divulgação )

A médica relata que, no pet, os sintomas da doença são tosse, falta de ar, inchaço nos membros e na barriga, cansaço e língua arroxeada. “Para prevenir o contágio o animal deverá ser medicado antes e depois da viagem. Além disso, antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde”, recomenda.

Kelly explica que outros males também podem afetar cães e gatos que vão ao litoral como conjuntivite, problemas de peles, complicações intestinais e verminoses. “O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais. Além disso, o contato constante com a água pode aumentar as chances de o pet ter alguma inflamação de ouvido”, aponta.

Para evitar todos esses problemas a veterinária indica que, antes de viajar com o animal de estimação, o tutor deve levá-lo ao veterinário e deixar as vacinas em dia. “Também é recomendado que o pet seja desverminado e receba algumas vacinas para prevenir a contaminação de determinadas doenças como a giardíase, por exemplo, que afeta o sistema intestinal dos cães”, aconselha.

"O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais", alerta a médica (Foto: Divulgação )

“O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais”, alerta a médica (Foto: Divulgação )
Vale lembrar ainda que, como o calor costuma ser maior no litoral, o cuidado com a desidratação precisa ser redobrado. “É fundamental deixar o pet sempre em um lugar fresco e manter água abundante à disposição, além de trocá-la constantemente. Se o dono for fazer algum passeio, o ideal é que seja feito no começo da manhã ou à noite, pois nesses horários a temperatura estará mais amena”, finaliza a veterinária.

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Cachorro comendo

Seu cachorro come muito rápido? Atenção!

A hora de comer é um dos momentos de maior alegria para os cães. Mas toda essa felicidade não pode se transformar em euforia: há muitos casos de cachorros que ficam excessivamente agitados e acabam se alimentando rápido demais, ingerindo grandes quantidades em um espaço muito pequeno de tempo. O tutor precisa saber que tal comportamento não deve ser considerado normal e a correção é necessária, visando principalmente a saúde dos pets.
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Há alguns motivos que justificam o “desespero” do animal no momento de se alimentar, como esclarece a médica veterinária Ana Paula Có Lisboa, da Nutriave Alimentos. Segundo ela, o motivo mais comum está relacionado à ansiedade, que desencadeia uma aceleração na hora de realizar as atividades. Além disso, um próprio instinto pode fazer com que ele queira comer rápido com medo de perder o alimento para outro animal, o que não é raro principalmente em casos de cães resgatados ou que compartilham o lar com outros animais.

Mas por que desencorajar o comportamento? “A ingestão de grande quantidade de alimento de uma vez faz com que o cachorro aumente de forma abrupta o volume do estômago, sem que a liberação de enzimas digestivas ocorra regularmente para a absorção dos nutrientes. Isso afeta a digestão e pode causar até quadros de torção estomacal, além de ganho de peso irregular (o cão come tão rápido que não se sente saciado) ou até mesmo aerofagia (quando o animal engole ar), gerando desconforto abdominal e gases”, explica Ana Paula.

Para reverter o costume, deve-se, primeiramente, reduzir o nível de estresse a que o pet pode estar sendo submetido, principalmente no que diz respeito ao momento da alimentação – é preciso observar se há competição com outros animais, se o alimento está sendo fornecido em quantidades e porções ideais durante o dia, se o local para sua alimentação não é agitado, se os comportamentos ansiosos estão sendo “recompensados” de alguma forma etc. Há também no mercado alguns tipos de “comedouros lentos”, que permitem que o pet se acostume a ingerir a comida com calma, treinando-o. Faça-o perceber que o momento de comer não precisa ser uma corrida! A saúde do seu amigo agradecerá.

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