Tartaruga

Aprenda a cuidar de uma tartaruga aquática em casa

Mesmo não sendo animais muito ativos e interativos, as tartarugas também precisam de carinho e atenção

Pode não parecer, mas a tartaruga é um animal de estimação bastante comum nas casas. Ela pode não estar na lista dos tradicionais, como cão, ave e gato, porém também não está entre os exóticos. Existem várias espécies de tartarugas domésticas, mas no caso iremos falar sobre as aquáticas.

As que vivem na água precisam, obviamente, de um aquário para viver. Geralmente são bem pequenas, fofas e cabem na palma da mão. Podem não ser muito ativas e interativas, mas seu aspecto encantador compensa. As crianças ficam fascinadas por esse réptil. Dar uma tartaruga para seu filho pode ser um ótimo aprendizado sobre responsabilidade e cuidados com os animais.

A tartaruga aquática pode ser criada dentro de casa

No entanto, cuidar desse pet não é fácil. Pode parecer estranho que um bicho tão pequeno exija tanto cuidados e alto custo, mas é o que acontece. Antes de adquirir uma, saiba que a tartaruga é um investimento de longo prazo. Se for bem cuidada, pode viver uns 50 anos e algumas espécies chegam até os 100, o que significa que poderá viver mais do que você. Veja se você tem condições de cuidar por longos anos dela.

Adquirir uma tartaruga exige responsabilidade e tempo do dono. Você precisará ceder um espaço na casa, ficar atento com a alimentação e manter o aquário sempre limpo. E não esqueça que, embora não saiam para passear ou não possam brincar fisicamente, também precisam de atenção e muito amor. Mas, se você ainda sim deseja ter esse bichinho, precisa escolher a espécie e aquirir a sua.

Escolhendo a tartaruga

A maioria dos pet shops vendem tartarugas aquáticas, por isso pode não ser difícil de encontrar. Certifique-se que o local é de confiança e conver com um vendedor para ver qual é a melhor espécie para você. Também vale entrar em contato com criadores legalizados para adquirir a sua. Garanta que você está adquirindo um bicho em boas condições da saúde.

Comprando os utensílios

Em lojas especializadas é fácil encontrar um aquário ou terrário apropriado para sua tartaruga. As aquáticas precisam ter seu próprio habitat, com uma piscina de profundicade suficiente para nadar tranquilamente e uma área seca, para que se secar, tomar sol e descansar.

O tamanho do ambiente irá depender do tamanho da tartaruga. Como base, conte com um tamanho de pelo menos três ou quatro vezes o comprimento do réptil. Ela precisa se movimentar de forma confortável pelo aquário. Sempre preze pelo tamanho maior, pois irá proporcionar uma condição de vida melhor. Tenha em mente que talvez precise trocar ao longos dos anos caso a tartaruga cresça.

Adicione decoração no aquário. Compre palmeiras, castelos ou plantas de plásticos para tornar o ambiente mais bonito e agradável. É bom criar um local bem próximo do real para seu animal.

É importante que a tartaruga se movimente de forma confortável no aquário

A importância da temperatura

Como todos os répteis, as tartarugas são ectotérmicas, ou seja, não tem mecanismos internos para regular sua temperatura e precisam do auxílio de fatores externos. Por isso são conhecidos por animais de sangue frio. Dessa forma, a atenção com a temperatura é algo muito importante para a saúde da tartaruga.

A temperatura da água deve ser morna, entre 26ºC e 30ºC. É importante que ela não varie em relação a temperatura externa, caso contrário quando saírem da água haverá uma mudança demasiado brusca, que com o tempo pode afetar a saúde. Na parte seca, o aquário deve ficar num local da casa em que raios solares atingem essa região. Se não tiver um ambiente que receba luz natural, compre uma lâmpada que simule o efeito e que aponte para a parte seca.

A luz é indispensável na vida de um réptil. Ela irá garantir a saúde dos ossos e carapaça. Então, jamais deixe o aquário perto de correntes de ar e a tarturuga não deve suportar temperaturas abaixo de 5°C ou acima de 40°C.

Alimentação

Em lojas de animais é possível encontrar alimentos apropriados para tartarugas. Elas são animais onívoros, isso significa que comem de tudo. Por isso, você pode variar a dieta dando peixe cru e com pouca gordura, vegetais, grilos, larvas ou pequenos insetos. Antes de decidir como alimentar o pet, consulte um especialista para te aconselhar nessa tarefa.

A quantidade de comida irá variar coforme a idade. No caso dos filhotes, deverá alimetá-los uma vez ao dia e se for grande, faça isso apenas três vezes por semana. O especialista também pode te ajudar a saber a quantidade exata de alimento e quando oferecê-lo de acordo a espécie. Lembre-se de reservear um lugar apenas para colocar a comida, facilitando também a limpeza.

Cuidado, pois esse réptil come tudo que vê pela frente. Por isso é importante verificar se o que ele está ingerindo é adequado às suas necessiadades nutricionais. Jamais ofereça comida industrializada, muito temperada ou açucarada.

Uma alimentação saudável e balanceada garante a longevidade da tartaruga

Higiene

A limpeza do aquário é algo indispensável. Caso tenha condições, compre um sistema de filtros em lojas de animais, assim não terá que realizar a troca da água toda semana. Apenas limpe o filtro regularmente. Mas quando não existe esse sistema, 25% da água deve ser trocada semanalmente. Uma substituição total removeria as bactérias benéficas, tão essenciais à saúde do aquário.

Remova diariamente os resíduos da tartaruga com uma pá, retire os alimentos velhos para não apodrecerem e troque a água de beber sempre.

Saúde

A tartaruga é um animal saudável e a maioria das doenças acarretam do desconhecimento das suas necessidades básicas. Se for fornecido alimentação adequada, luz solar diariamente e manter o ambiente limpo, será bem difícil o animal adoecer.

Encontre um veterinário especializado em répteis, anfíbios e outros animais de estimação exóticos para prestar cuidados para sua tartaruga. Ele irá te ajudar a sanar suas dúvidas sobre os cuidados e garantirá a boa saúde do animal.

Matéria retirada de http://canaldopet.ig.com.br/

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Cães e gatos precisam de cuidados na praia

Praia: um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral

Cao_Praia

Com o aumento da temperatura e a chegada do sol, a praia acaba sendo o destino escolhido para os fins de semana e feriados. Apesar dos alertas nas praias proibindo os animais de estimação na areia, muitos tutores arriscam e levam o pet para passear, imaginando que não vai fazer mal apenas dar uma voltinha. Porém, segundo a médica veterinária Kelly Cristina Choque, especialista em dermatologia do Hospital Veterinário Batel, ao fazer isso, o tutor está colocando em risco a sua saúde e do animal.

No caso dos humanos, os principais riscos são as doenças que podem ser transmitidas pelo contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. No caso das dermatites, as partes do corpo mais afetadas são pés, pernas e mãos. Nas crianças, esse tipo de problema é ainda mais recorrente, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia”, alerta a veterinária.

Além disso, também existem os males que esse tipo de ambiente traz para os animais. Um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral. “Esse verme se aloja no coração do animal, provocando sintomas que podem demorar anos para aparecer, mas que costumam ter consequências muito graves. Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão”, explica.

"Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde" (Foto: Divulgação )

“Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde” (Foto: Divulgação )

A médica relata que, no pet, os sintomas da doença são tosse, falta de ar, inchaço nos membros e na barriga, cansaço e língua arroxeada. “Para prevenir o contágio o animal deverá ser medicado antes e depois da viagem. Além disso, antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde”, recomenda.

Kelly explica que outros males também podem afetar cães e gatos que vão ao litoral como conjuntivite, problemas de peles, complicações intestinais e verminoses. “O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais. Além disso, o contato constante com a água pode aumentar as chances de o pet ter alguma inflamação de ouvido”, aponta.

Para evitar todos esses problemas a veterinária indica que, antes de viajar com o animal de estimação, o tutor deve levá-lo ao veterinário e deixar as vacinas em dia. “Também é recomendado que o pet seja desverminado e receba algumas vacinas para prevenir a contaminação de determinadas doenças como a giardíase, por exemplo, que afeta o sistema intestinal dos cães”, aconselha.

"O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais", alerta a médica (Foto: Divulgação )

“O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais”, alerta a médica (Foto: Divulgação )
Vale lembrar ainda que, como o calor costuma ser maior no litoral, o cuidado com a desidratação precisa ser redobrado. “É fundamental deixar o pet sempre em um lugar fresco e manter água abundante à disposição, além de trocá-la constantemente. Se o dono for fazer algum passeio, o ideal é que seja feito no começo da manhã ou à noite, pois nesses horários a temperatura estará mais amena”, finaliza a veterinária.

Matéria retirada de http://www.epoca.com.br

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