Tartaruga

Aprenda a cuidar de uma tartaruga aquática em casa

Mesmo não sendo animais muito ativos e interativos, as tartarugas também precisam de carinho e atenção

Pode não parecer, mas a tartaruga é um animal de estimação bastante comum nas casas. Ela pode não estar na lista dos tradicionais, como cão, ave e gato, porém também não está entre os exóticos. Existem várias espécies de tartarugas domésticas, mas no caso iremos falar sobre as aquáticas.

As que vivem na água precisam, obviamente, de um aquário para viver. Geralmente são bem pequenas, fofas e cabem na palma da mão. Podem não ser muito ativas e interativas, mas seu aspecto encantador compensa. As crianças ficam fascinadas por esse réptil. Dar uma tartaruga para seu filho pode ser um ótimo aprendizado sobre responsabilidade e cuidados com os animais.

A tartaruga aquática pode ser criada dentro de casa

No entanto, cuidar desse pet não é fácil. Pode parecer estranho que um bicho tão pequeno exija tanto cuidados e alto custo, mas é o que acontece. Antes de adquirir uma, saiba que a tartaruga é um investimento de longo prazo. Se for bem cuidada, pode viver uns 50 anos e algumas espécies chegam até os 100, o que significa que poderá viver mais do que você. Veja se você tem condições de cuidar por longos anos dela.

Adquirir uma tartaruga exige responsabilidade e tempo do dono. Você precisará ceder um espaço na casa, ficar atento com a alimentação e manter o aquário sempre limpo. E não esqueça que, embora não saiam para passear ou não possam brincar fisicamente, também precisam de atenção e muito amor. Mas, se você ainda sim deseja ter esse bichinho, precisa escolher a espécie e aquirir a sua.

Escolhendo a tartaruga

A maioria dos pet shops vendem tartarugas aquáticas, por isso pode não ser difícil de encontrar. Certifique-se que o local é de confiança e conver com um vendedor para ver qual é a melhor espécie para você. Também vale entrar em contato com criadores legalizados para adquirir a sua. Garanta que você está adquirindo um bicho em boas condições da saúde.

Comprando os utensílios

Em lojas especializadas é fácil encontrar um aquário ou terrário apropriado para sua tartaruga. As aquáticas precisam ter seu próprio habitat, com uma piscina de profundicade suficiente para nadar tranquilamente e uma área seca, para que se secar, tomar sol e descansar.

O tamanho do ambiente irá depender do tamanho da tartaruga. Como base, conte com um tamanho de pelo menos três ou quatro vezes o comprimento do réptil. Ela precisa se movimentar de forma confortável pelo aquário. Sempre preze pelo tamanho maior, pois irá proporcionar uma condição de vida melhor. Tenha em mente que talvez precise trocar ao longos dos anos caso a tartaruga cresça.

Adicione decoração no aquário. Compre palmeiras, castelos ou plantas de plásticos para tornar o ambiente mais bonito e agradável. É bom criar um local bem próximo do real para seu animal.

É importante que a tartaruga se movimente de forma confortável no aquário

A importância da temperatura

Como todos os répteis, as tartarugas são ectotérmicas, ou seja, não tem mecanismos internos para regular sua temperatura e precisam do auxílio de fatores externos. Por isso são conhecidos por animais de sangue frio. Dessa forma, a atenção com a temperatura é algo muito importante para a saúde da tartaruga.

A temperatura da água deve ser morna, entre 26ºC e 30ºC. É importante que ela não varie em relação a temperatura externa, caso contrário quando saírem da água haverá uma mudança demasiado brusca, que com o tempo pode afetar a saúde. Na parte seca, o aquário deve ficar num local da casa em que raios solares atingem essa região. Se não tiver um ambiente que receba luz natural, compre uma lâmpada que simule o efeito e que aponte para a parte seca.

A luz é indispensável na vida de um réptil. Ela irá garantir a saúde dos ossos e carapaça. Então, jamais deixe o aquário perto de correntes de ar e a tarturuga não deve suportar temperaturas abaixo de 5°C ou acima de 40°C.

Alimentação

Em lojas de animais é possível encontrar alimentos apropriados para tartarugas. Elas são animais onívoros, isso significa que comem de tudo. Por isso, você pode variar a dieta dando peixe cru e com pouca gordura, vegetais, grilos, larvas ou pequenos insetos. Antes de decidir como alimentar o pet, consulte um especialista para te aconselhar nessa tarefa.

A quantidade de comida irá variar coforme a idade. No caso dos filhotes, deverá alimetá-los uma vez ao dia e se for grande, faça isso apenas três vezes por semana. O especialista também pode te ajudar a saber a quantidade exata de alimento e quando oferecê-lo de acordo a espécie. Lembre-se de reservear um lugar apenas para colocar a comida, facilitando também a limpeza.

Cuidado, pois esse réptil come tudo que vê pela frente. Por isso é importante verificar se o que ele está ingerindo é adequado às suas necessiadades nutricionais. Jamais ofereça comida industrializada, muito temperada ou açucarada.

Uma alimentação saudável e balanceada garante a longevidade da tartaruga

Higiene

A limpeza do aquário é algo indispensável. Caso tenha condições, compre um sistema de filtros em lojas de animais, assim não terá que realizar a troca da água toda semana. Apenas limpe o filtro regularmente. Mas quando não existe esse sistema, 25% da água deve ser trocada semanalmente. Uma substituição total removeria as bactérias benéficas, tão essenciais à saúde do aquário.

Remova diariamente os resíduos da tartaruga com uma pá, retire os alimentos velhos para não apodrecerem e troque a água de beber sempre.

Saúde

A tartaruga é um animal saudável e a maioria das doenças acarretam do desconhecimento das suas necessidades básicas. Se for fornecido alimentação adequada, luz solar diariamente e manter o ambiente limpo, será bem difícil o animal adoecer.

Encontre um veterinário especializado em répteis, anfíbios e outros animais de estimação exóticos para prestar cuidados para sua tartaruga. Ele irá te ajudar a sanar suas dúvidas sobre os cuidados e garantirá a boa saúde do animal.

Matéria retirada de http://canaldopet.ig.com.br/

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Papagaio

Pensando em ter um papagaio? Veja como cuidar desta bela ave

O papagaio é bastante comum nas casas brasileiras, sendo famoso pela sua capacidade de fala

O papagaio é conhecido por ser uma ave tagarela. Ele tem uma incrível capacidade de aprender a falar e imitar nós humanos. Na verdade, é o único animal que consegue reproduzir palavras, frases e até músicas. Não é a toa que ele faz bastante sucesso nas casas brasileiras, sua simpatia e espontaneidade conquista corações.

Se você se encantou por esta ave, saiba antes que ter um exemplar não é tão simples. Considerado um animal exótico, o  papagaio  precisa de autorização do IBAMA para se adquirido legalmente. Na natureza, ele é encontrado na Bolívia, norte da Argentina e no Brasil e, infelizmente, sofre bastante com o contrabando ilegal de animais silvestres. Por isso, tenha muito cuidado com a procedência do bichinho.

O papagaio é a única ave que consegue imitar os seres humanos

Na hora de adquirir seu papagaio, procure criadouros confiáveis, exija o comprovante de registro no IBAMA e procure no site da instituição se o local é realmente autorizado. Verifique se a ave possui o anel do órgão com o número de registro. Estes são os passos mínimos para você conseguir seu bichinho do modo correto. Lembre-se, jamais retire um animal silvestre da natureza e o leve para casa.

Agora, se você já seguiu todas as regras e está perto de ter seu papagaio, é preciso saber como cuidar dele. A gaiola deve ser providenciada, os alimentos corretos comprado e todos os outros utensílios. Pensando nisso, iremos te ajudar a cuidar corretamente do seu novo animalzinho.

Gaiola

Você precisa encontrar uma gaiola apropriada para a ave. Caso seja um dono de primeira viagem, consulte um vendedor especializado em algum pet shop que ele irá te instruir adequadamente. Mas, no geral, os formatos quadrados e retangulares são os melhores, pois a ave se sente mais segura num ambiente com cantos.

O tamanho deve ser suficiente para o papagaio conseguir se mover tranquilamente, de forma que suas asas abertas não batam nas grades. É preciso também ter um espaço reservado para colocar comedouro, bebedouro, poleiro e brinquedos. A regra geral é: quando maior melhor. Se tiver condições de comprar uma grande gaiola, invista nela.

Caso ainda esteja com receio sobre o tamanho, saiba qual é o porte do seu papagio. Se ele for filhote, pergunte ao criador até que tamanho ele chega na fase adulta. Tendo em mente estas informações, pode ficar mais fácil na hora de escolher a gaiola. Informe ao vendedor o tamanho do seu bichinho e ele provavelmente te ajudará.

Após comprar a “casinha” do papagaio, escolha um local para colocá-la. Como o papagaio é um animal muito sociável, ele precisa ficar num ambiente movimentado e com bastante interação humana. Se for deixado isolado, pode desenvolver ansiedade de separação. Caso tenha outros animais de estimação, tenha cuidado para não deixar a ave num local de fácil acesso a eles. Pode ser perigoso e estressante para o papagaio a presença destes bichos.

Evite também colocar a gaiola num ambiente com temperaturas extremas. A ave não suporta climas muito baixos e correntes de ar podem adoecê-la, assim como calor em excesso, que causa estresse. Se preferir, coloque um termostato próximo da gaiola para ficar atento as mudanças na temperatura.

Forre o fundo da gaiola com papel ou maravalha, mas evite jornais. Compre poleiros de madeiras. Os de plástico não são firmes e faz com que as patas escorreguem. Com o tempo, a ave pode desenvolver artrite.

Algumas pessoas optam por criar o papagaio fora da gaiola, mas para isso é preciso cortar suas asas antes. Consulte um veterinário se deseja esta opção. Depois disso, ele deve ser adestrado para se comportar quando estiver fora.

O papagaio vive em torno de 80 anos

Brinquedos

Brinquedos são indispensáveis para quem tem um papagaio. Coloque alguns na gaiola, de preferência dos mais variados formatos, cores e sons. Eles estimulam o cérebro do animal e evitam o tédio e estresse. Prefira os feitos de madeira e evite os de pano. Alterne os brinquedos a cada semana para que a ave não enjoe. E, sempre que encontrar algum quebrado ou danificado, o melhor é jogar fora.

Alimentação

A alimentação do papagaio não tem muito segredo. Como todos os animais, ele precisa de uma dieta balanceada a variada. Consulte um veterinário ou um profissional para te instruir os alimentos corretos e a quantidade baseado no seu animal. Mas, no geral, a espécie come sementes, frutas e vegetais. A maioria gosta de uvas, bananas, maçãs, cenouras, bagas, todas as variedades de abóbora cozida, ervilhas, feijões verdes, entre outros. Lembre-se que as frutas tem alto teor de açúcar, então não exagere.

Jamais dê cafeína, álcool, chocolate, lanches muito doces ou salgados, alimentos gordurosos, feijões secos ou crus, folhas de ruibarbo, endro, repolho, aspargos, berinjela ou mel. Abacate e cebola também são proibidos, pois são venenosos.

A água do bebedouro também deve se trocada diariamente para estar sempre fresca. Os pássaros não costumam beber muita água, pois as frutas já tem uma quantidade alta de água, mas nunca deixe de oferecer o líquido.

Higiene

Limpe a gaiola a cada dois dias. Retire toda a sujeira, como fezes e restos de alimentos, troque o forro e substitua por um novo. Evite deixar dejetos por muito tempo, pois pode ocorrer proliferação de doenças. Limpe também o bebedouro e comedouro diariamente, troque a água todos os dias e não deixe comida velha nos recipientes.

Uma vez por semana higienize a gaiola. Use um desinfetante próprio, vendido em lojas especializadas. Os produtos comuns podem ser fortes demais e prejudicar seu pássaro.

Saúde

Visite regularmente o veterinário para ficar atento a saúde do papagaio. Ele costuma ser saudável e não ter problemas graves, mas é importante realizar checagens periódicas para evitar enfermidades. Fique atento a sinais de doença, como fezes de coloração e textura estranha, perda de apetite, mudanças na aparência, dificuldades para respirar, perda de peso e perda da vivacidade. Seu animalzinho irá agradecer se for bem cuidado.

* Quer ter um papagaio? Nós do Shopping dos Bichos recomendamos o Criadouro Passaredo, que é devidamente registrado e certificado pelo INEA.

Matéria retirada de http://canaldopet.ig.com.br/

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Como eliminar os pelos dos animais da casa

Ter gato ou cachorro não precisa ser sinônimo de uma casa cheia de pelos! Confira alguns truques para eliminar a sujeira sem estresse e viver em harmonia com o seu peludo.

 

Se você está pensando em ter um animal, saiba que a rotina de limpeza mudará bastante, principalmente a frequência. Por isso, é importante pensar bem se terá tempo e disposição para tanto. Se a resposta for sim, apresentamos abaixo o seu mais novo arsenal de cuidados para eliminar os pelos da casa:

1. Aspirador de pó
Este item já deve ser um velho conhecido seu. Agora, mais do que nunca, ele se tornará o seu melhor amigo. Prefira usá-lo no lugar da vassoura que, muitas vezes, acaba espalhando e levantando esse tipo de sujeira.

2. Rodo
Quer algo mais prático? Aposte no rodo, que puxa os pelos de forma mágica! Não precisa de pano nem água. Por isso, essa técnica é perfeita para qualquer tipo de piso ou tapete. A versão menor do rodo, usado na pia da cozinha, é perfeita para o sofá!

3. Fita adesiva
Para tirar os pelos dos tecidos, você pode apostar naqueles rolos adesivos disponíveis no mercado, porém, uma alternativa mais econômica a esse produto é a fita adesiva, daquelas usadas para fechar caixas de papelão, com cerca de 5 cm de largura. Você pode enrolar um pedaço em volta dos seus quatro dedos (deixar o dedão de fora), com a face colante para cima. Depois é só pressionar a fita pelo tecido.
4. Luvas de borracha
Os gatos e cachorros adoram ficar no sofá. Se isso acontece na sua casa, provavelmente esse móvel está cheio de pelos. Aquele par de luvas que você usa na faxina pode resolver o drama. Não tem segredo: coloque as luvas e passe pelo móvel puxando os pelos.

5. Capas para tudo
Está tudo limpo na casa? Ótimo. Agora o desafio é manter. Onde for possível, você pode optar pelas capas, que são práticas e podem ser retiradas e lavadas sempre que necessário. Entre as opções estão as capas para sofá e para edredom, caso o pet durma com você. Depois de lavar na máquina esses tecidos, não esqueça de higienizá-la de acordo como é orientado no manual ou até retirando com a mão os pelos que ficam acumulados no fundo do tambor, caso contrário, terá uma surpresa desagradável após lavar suas roupas.

gato-banho (Foto: Thinkstock)

Dicas para evitar a queda dos pelos dos animais

Alimentação balanceada
A veterinária Cristiane Marialva, da clínica Animall Pet Story, alerta que a escolha adequada da ração é primordial para a saúde do animal e, consequentemente, para a dos pelos. O alimento escolhido deve conter todos os nutrientes que o seu pet precisa, sempre levando em consideração a idade, o peso e o porte. Cnverse com o seu veterinário para decidir qual a melhor opção para o seu bichinho.

Escovação diária dos pelos
Todos os dias, sem exceção, principalmente se o animal tiver pelos longos. Dedique cerca de 15 minutos por dia para evitar que grande parte dos pelos se espalhem pela casa inteira. Atenção especial no começo do inverno e verão, quando os animais costumam trocar a pelagem.

Banhos frequentes com escovação para remoção de pelos
Os banhos regulares ajudam a eliminar os pelos mortos e, consequentemente, caem menos pela casa. Vale também investir em uma escovação específica para remoção dos pelos, feitas nos petshops, conta a veterinária. Os felinos em especial agradecem, pois isso ajuda a evitar o acúmulo de bolas de pelos no intestino.

Tosa
Em alguns períodos como no verão, quando os pelos podem cair mais, tosar um animal de pelagem longa pode ser uma boa alternativa para diminuir o volume de pelos espalhados pela casa.

Suplementação vitamínica e mineral
Se nenhuma das opções acima surtir efeito e os pelos continuarem caindo em excesso, Cristiane orienta buscar ajuda profissional para descobrir se a causa não se trata de alguma deficiência vitamínica, que pode ser reposta com suplementação.

Matéria retirada de https://revistacasaejardim.globo.com/

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Dicas e cuidados para criar gatos em apartamentos

Atualmente, boa parte das pessoas que vive nas grandes metrópoles do Brasil moram em apartamentos, precisando lidar com espaços mais restritos e tirar o maior proveito possível da área útil que têm. E se, em alguns casos, já é difícil administrar a própria vida em um espaço pequeno, para quem tem um pet essa tarefa é ainda mais complicada, principalmente se o animal for um cachorro (já que em alguns condomínios a sua presença pode ser proibida).

No entanto, quem gosta dos gatos fica em vantagem nessa hora, já que além de ter certa facilidade para se adaptar a novos ambientes, os felinos também precisam de bem menos espaço que os cães para viver bem, e ainda se destacam por serem animais extremamente limpos e, na maioria esmagadora dos casos, bastante quietos.

Pensando nisso, muitas pessoas que tem a vontade de ter um amiguinho de quatro patas dentro de um apartamento acaba optando pelos bichanos. Porém, não é o simples fato de este animal ser mais independente e quieto que vai garantir a sua qualidade de vida ou o seu equilíbrio em um espaço pequeno, e há uma série de providências e cuidados que devem ser tomados ao levar um per felino para casa, conforme você confere abaixo:

– Telas e proteções específicas para as janelas e a varanda do apê são fundamentais. Os felinos, embora domesticados, tem um grande espírito caçador e selvagem, podendo provocar acidentes graves caso não haja barreiras em tais locais.

– Mesmo sendo mais independentes e calmos que os cães, os felinos também precisam de exercícios físicos para manter a saúde e gastar energia, evitando problemas como o da obesidade. Por isso, é importante contar com brinquedinhos variados para o gato brincar, além de acessórios como arranhadores, que ajudam a distrair e entreter o pet enquanto evitam arranhões nos móveis da casa.

dicas e cuidados para criar gatos em apartamentos 2

– Separar um espaço só para o gato dentro do lar também é importante, já que mesmo convivendo bem em locais menores, os felinos necessitam de certa ‘privacidade’, e deixar a caixa de areia do bichano em um ponto específico também é importante.

– Vale lembrar que organizar a casa para a chegada do animal e impor regras também são fatores fundamentais para o bem-estar do pet, e dar uma boa criação para o animal (com muito carinho, cuidados e limites) é sempre a melhor forma de evitar problemas ao ter um felino como bicho de estimação.

Matéria retirada de https://www.vix.com/

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Pets também vão pular o Carnaval nesse fim de semana

Olha o blocão aí, gente!!!! É, o Carnaval não é só para humanos. Tem Carnaval bom pra cachorro também. O BloCão, criado especialmente para os pets, estará neste sábado, na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, a partir das 9h. Além de muita folia, tem assistência veterinária com profissionais da Petz, brindes e concurso de fantasia. E tudo de graça! Já os peludos de Botafogo vão poder se divertir também neste sábado, na Praça Nelson Mandela, no bloco Late, Mas Não Morde, a partir das 18h. É de graça também!!! E neste sábado também tem bloco de pets no Parcão da Lagoa, das 9h às 13h.

A farra é boa, mas é preciso cuidados muitos especiais com os cachorros durante a folia. Por isso, fique com as dicas da gerente de clínicas da Petz Karina Mussolino, para seu bichinho de estimação não atravessar o samba:

1 – escolha fantasias confortáveis, que não tapem os olhos, não dificultem a locomoção e não sejam apertadas. Opte também por tecidos leves.

2 – Para a folia céu aberto é preciso fugir do sol para evitar a hipertermia, e muita hidratação. Leve uma garrafinha com água e evite sair com os peludos entre 10h e 16h. Usar protetor solar para pets é fundamental.

3 – O som muito alto dos blocos pode assustar os cães, por isso evite ir a locais muito barulhentos e dê preferência para eventos especiais para pets.

4 – Muita gente junta também pode não ser confortável para eles. O uso de guias e coleiras é indispensável. Elas vão evitar que seu cão se perca de você e que ele entre em conflito com outros cães do blocos.

5 – É fundamental que os peludos estejam com a vacinação em dia, pois ele vai ter mais contato com outros pets. Além disso, essa época do ano é chuvosa, que pode trazer risco de leptospirose.

Com esse passo a passo seu carnapet está garantido!

Programação está variada

E tem programação também para quem não quer cair no samba. Neste sábado, tem a edição do Adotar é tudo de bom, programa promovido pela Pedigree que vai ajudar os peludos da Focinhos de Luz a encontrarem uma família. O bichinhos já estão vacinados e castrados. Eles estarão na Petz da Avenida Ayrton Senna 3.437, na Barra, no Rio. Das 11h às 17h. O Adotar é tudo de bom, que completa 10 anos em 2018 e já mudou a realidade de mais de 62 mil cães abandonados no país por meio do estímulo à adoção e posse responsável. Entre nessa campanha e ajuda você também a mudar a realidade de um peludo. Os candidatos devem estar com RG, CPF e comprovante de residência original e vão passar por uma entrevista com os organizadores. E lembre-se: adotar um animal é muita responsabilidade, portanto pense bem antes de fazê-lo.

Quem quiser um Carnaval diferente é só ir ao AquaRio até a próxima-terça-feira e cair na folia com o “Carnaval do Zé Tubarino”, que promete música, confete e serpentina e atividades lúdicas para as crianças, que poderão ir fantasiadas. Uma das atrações será o Grupo Lekolé, que comanda o bailinho de carnaval, das 10h30 às 12h. A companhia, criada pela atriz e bailarina Letícia Pope e pelo músico Kuko Moura, é garantia de diversão, já que mistura roda de ciranda, contação de histórias e música ao vivo. Durante a matinê infantil, haverá também distribuição de máscaras carnavalescas. Durante a folia a adesão ao programa anual terá valor promocional a R$ 99,90. Praça Muhammad Ali, Gamboa (em frente aos Armazéns 7 e 8). Das 10h às 18h, com entrada no circuito até 17h. Mais informações em aquariomarinhodorio.com.br.

Matéria retirada de https://odia.ig.com.br/

Cuide de quem você ama, nós do Shopping dos Bichos contamos com diversos especialidades que vão ajudar você a cuidar do seu pet.

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Domínios

Novos Domínios

Prezados clientes,

Alem do shoppingdosbichos.com, temos agora os domínios (endereços do site) shoppingdosbichos.rio.br (para representar o amor pelo Rio de Janeiro) e shoppingdosbichos.vet.br (mostrar nosso compromisso com a veterinária e paixão pelos animais).

Domínios

Todos os endereços do site (domínios), visam facilitar a comunicação entre nossos clientes e amigos com nossos produtos e serviços. Agora temos várias maneiras de facilitar seu acesso.

Comente, divulgue e espalhe para seus amigos e familiares.

Obrigado.

Família Shopping dos Bichos

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7 Dicas para Banho em Cachorros

Um dos assuntos mais importantes e essenciais para a saúde do seu cãozinho é a higiene dele!
Por isso aqui você vai encontrar dicas e informações importantes para administrar o banho em cachorros.

1. Filhotes só devem tomar banho após 2 meses

Esta informação é muito importante!
Se você tem um filhote de cachorro em casa, atenção! Para levar para banhos em pet shop, o filhote precisa ter completado o ciclo de vacinas, ou seja, ele deve ter mais que 2 meses de idade, para que não passem pelo risco de contraírem doenças.
Filhotes são sensíveis e possuem imunidade baixa, e por isso é necessário verificar com o veterinário antes de qualquer coisa. Pode ser que o banho em casa seja liberado, o que necessita de cuidados especiais! Se for o seu caso, leia a dica 6!
banho em cachorros
O que a maioria dos veterinários recomenda é banho apenas com algodão umedecido em água morna, lenços umedecidos ou produtos para banho a seco, como este. Leia as próximas dicas para entender melhor e saber o que fazer!
Outra informação importante é que filhotes que ainda mamam podem ser rejeitados pela mãecaso sejam utilizados no banho shampoos ou perfumes muito fortes. Considerando que o faro dos cães é muito superior ao nosso, qualquer perfume pode ser um risco para o filhote! São as mães que cuidam da higiene dos filhotes, e qualquer intervenção humana pode atrapalhar.

2. A frequência ideal para dar banho

Banho demais pode fazer mal! Por isso, é importante administrar uma frequência ideal de banho em cachorros.

O recomendável é de cerca de 30 em 30 dias no inverno (1 vez por mês) e no máximo de 15 em 15 dias no verão, para cães de pelo curto que morem em apartamento.

banho em cachorros

Já os cães de pelo longo que demandam um banho mais frequente, bem como cães que vivem em casas, terrenos, quintais e que se sujam mais, existem outras soluções. Por exemplo, é possível lavar ou limpar apenas as patinhas quando estiverem muito sujas, ou as orelhas e pontas dos pelos, para os que possuem orelhas compridas e pelos que ficam em contato com o chão.

Existe também a opção de banho a seco, como o Fluido Desembaraçador Mega Pet Society, que é ótimo para pentear, desembaraçar e também higienizar os pelos.

3. Necessidade de Produtos Especiais

É essencial que o seu cão passe por uma consulta no veterinário para que sejam identificadas possíveis necessidades específicas, como alguma doença de pele ou alergia.

Para cada caso, existe um produto especial para o tratamento e você pode dar banho em casa mesmo e cuidar da pele do seu cachorro.
As doenças de pele mais comuns são:

  • Micose: comum em filhotes que ficam em contato com terra e toalhas ou objetos contaminados;
  • Sarna: doença causada por um tipo de ácaro que provoca muita coceira e é dividida entre escabiose e sarna negra,
  • Alergia: a picadas de pulgas e ácaros;
  • Infecções: são semelhantes à micose e alergia, mas merecem maior atenção pois o tratamento deve ser intenso;
  • Seborreia: sim, cães também podem ter a “caspa”;
  • Problemas hormonais: problemas no organismo do cachorro também podem causar dermatites (doenças de pele), por isso a saúde dele deve estar em dia, assim como a alimentação e higiene.

Se o seu cachorro for diagnosticado com uma destas doenças, será necessário um tratamento, e para isto existem produtos específicos e especiais a serem aplicados com atenção.

Se o cachorro também tiver pulgas ou carrapatos, é extremamente necessário utilizar cosméticos específicos para remove-los. Você pode saber mais sobre pulgas clicando aqui.

Continue lendo nossas dicas para entender melhor e saber o que fazer no tratamento do seu cachorro.

4. Mantenha a escovação em dia

Tão importante quanto o ato do banho, é a manutenção diária dele, ou seja, a escovação dos pelos. Fique de olho para identificar sempre que seu cachorro precisar de uma escovação, que é muito importante para manter uma boa saúde da pelagem.

banho em cachorrosAntes do banho também é muito importante que o pelo seja escovado, para assim remover pelos mortos e melhorar bastante a eficácia de limpeza dos shampoos e cosméticos de tratamento.
Para algumas raças, geralmente as com pelos longos e finos, é recomendável usar produtos que desembaracem os pelos, facilitando o processo de escovação, como este que já citamos.

escovação é um processo importante e que deve ser realizado com calma e carinho, portanto, tenha paciência, penteando a pelagem de maneira firme, mas cuidadosa, principalmente quando for desfazer nós.
Se aplicar força demais o pet se machuca e pode ficar traumatizado.
Nós recomendamos também a escova Furminator, que é uma ferramenta exclusiva para eliminar pelos mortos enquanto distribui uniformemente os óleos naturais da pelagem, responsáveis pela saúde da pele e aparência dos pelos, deixando um pelo limpo e com muito mais brilho!

5. Como escolher: banho em casa ou em pet shop?

Esta é uma decisão que merece atenção especial. Se o veterinário não determinar algum cuidado especial e deixar a você a escolha entre banho em casa ou pet shop, pense bem!

Caso prefira levar ao pet shop, procure por boas indicações, dê preferência aos pet shops em que pessoas conhecidas e de confiança também levam seus cãozinhos e se possível, solicite para acompanhar seu cachorro no primeiro banho, para observar como ele se comporta e como o profissional do banho lida com ele.

banho em cachorros

Observe também como seu cachorro se comporta, se ele sente medo ao ir a pet shop, se demonstra algum tipo de comportamento estranho e negativo com o profissional.
A linguagem canina pode dizer muita coisa, saiba mais clicando aqui.

Caso você escolha por dar banho em casa, siga nossa próxima dica! Esta decisão é muito boa, pois o cachorro costuma ficar mais tranquilo na companhia de seu dono e em um ambiente já conhecido dentro de casa.

Dar banhos em casa também é indicado a quem tem filhote ou cão idoso, ou que seja agressivo ou não gosta de pessoas estranhas.
O melhor jeito de escolher o ideal para o seu cão, é observar o comportamento dele mesmo.

6. Passo-a-passo para o banho em casa

● Escolha o melhor horário e local
Os melhores horários são os momentos mais quentes do dia, para que o animal não sinta tanta diferença no contato com a água, que deve ser morna (facilita a eficácia do shampoo)!
Já o local, pode ser o banheiro ou algum lugar confortável para você e para ele, que tenha fácil acesso à água morna. Evite mangueiras com água fria.

banho em cachorros

● Utilize os produtos próprios para o banho
Antes de começar o banho, proteja os ouvidos do cachorro com bolas de algodão. Separe os produtos para o banho, que devem ser shampoos e cosméticos especiais para ele!
Confira aqui os melhores produtos para o banho.
Caso seu cachorro tenha alguma necessidade especial para tratamento de pele, temos aqui os melhores produtos para cada caso.

● Cada parte do corpo merece atenção especial
No momento do banho, lave com carinho e delicadeza cada parte do corpo do cachorro. Cuidado com o rosto para não deixar que os olhos, nariz, boca e ouvidos entrem em contato com o shampoo. Lave bem as patinhas, entre os dedos, a virilha e as dobras, além das áreas íntimas.
Faça leves massagens para que o ato seja prazeroso e relaxante para ele também.

Enxague o shampoo e aplique condicionador se for preciso, para pelos longos serem penteados.
Após o banho, retire todo o produto com água e passe a secar seu cachorro.

● Secagem
Caso seu cachorro permita, utilize secador de cabelos, com cuidado para não esquentar muito e também para o barulho não incomodar tanto os sensíveis ouvidos do seu cachorro.
Utilize toalhas secas, esfregando-as levemente pelo corpo, principalmente para tirar o excesso de água.

banho em cachorros secagem

É importante também que o cão saia ao ar livre e tome um pouco de vento para que elimine toda a umidade após o banho, evitando possíveis doenças e alergias.

Após o banho, ofereça um petisco e muito carinho ao seu cachorro, para que ele associe o banho a algo bom e prazeroso!

7. Mantenha a tosa em dia

A tosa é importante estar sempre em dia, tanto para a saúde e higiene do cachorro quanto no ato do banho.
Portanto, mantenha sempre o pelo aparado, adequando com a temperatura, comportamento e tipo de local em que o seu cão permanece mais.

banho em cachorros tosa

A saúde da pelagem do cachorro se faz desde a alimentação até o corte e manutenção.

Matéria retirada de http://blog.geracaopet.com.br/

Cuide de quem você ama, nós do Shopping dos Bichos contamos com diversos especialidades que vão ajudar você a cuidar do seu pet.

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Agendar serviços de Banho e consulta dermatológica

Agora você pode fazer reservas de Banho (em breve Tosa) e consulta veterinária (dermatológica), pelo facebook e site. Veja como:

– Para fazer a reserva, basta clicar no botão Reservar agora no face:

 

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– Ou pode ir até o site (http://shoppingdosbichos.com/) e clicar em AGENDA ON-LINE:

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– Agora você poderá escolher a data que melhor atende. Para agendar click no botão Agendar:

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– Abrirá um pop-up onde você poderá escolher a data e hora e o tipo de atendimento de sua preferência, depois click em Agendar:

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– Pronto seu horário já está agendado. Voltando para a pagina inicial (clicar em Home), você voltará para a pagina de agendamento:

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– Abaixo, já se pode ver a marcação da consulta. Para detalhes click na data escolhida:

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– Agora é mostrado o horário que foi marcado e o nome do seu PET! Pode clicar em Fechar.

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Nós do SHOPPING DOS BICHOS trabalhando para oferecer o melhor pra os nossos clientes e amigos !!!

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Evite acidentes com animais que têm medo de barulho.

 Cachorros têm uma audição apurada e sofrem em dias de jogos e festas, quando o barulho dos fogos toma a vizinhança
Cachorros têm uma audição apurada e sofrem em dias de jogos e festas, quando o barulho dos fogos toma a vizinhaça (Foto: Shutterstock)

Enquanto você está diante da TV torcendo por seu time, o seu bicho pode estar correndo risco de vida. O barulho dos fogos de artifícios, muito usados em partidas decisivas e finais de campeonato, amedronta muitos animais de estimação e ocasiona problemas sérios como quedas, enforcamentos ou até mesmo fugas.“A maioria dos animais tem medo de fogos e rojões. O dono deve se precaver de possíveis acidentes relacionados ao estresse gerado pelo excesso de barulho”, avisa a dra. Elaine Pessuto, diretora clínica e coordenadora do curso de Auxiliar Veterinário do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia, em São Paulo.

Uma dica valiosa é manter os bichos em locais seguros. Nada de locais altos, de onde eles podem saltar como sacadas ou lajes. Outro perigo são os portões com lanças, portas de vidro e correntes.

“Muitos tentam fugir e acabam se ferindo em portões, lanças ou mesmo se enforcando nas cordas e correntes”, diz a veterinária. Os animais precisam se sentir seguros, assim é necessário mantê-los abrigados em locais aonde eles possam se esconder. “Muitos gostam de ficar embaixo de móveis ou escadas, mas tente não deixá-los sozinhos”, ressalta.

O ouvido humano pode captar sons que estão numa faixa de vibração entre 20 e 20.000 ciclos por segundo, enquanto os cães alcançam sons entre 18 e 40.000 ciclos por segundo. Para eles, portanto, os fogos geram um barulho realmente insuportável, que os deixa apavorados. “Tapar as orelhas do cão durante o jogo com algodão pode até ajudar, mas é um método muito tênue se levarmos em consideração a potência auditiva deles”, avalia a dra. Elaine Pessuto.

Com um pouco de paciência e tempo é possível adotar métodos de adestramento para dessensibilizar o animal. “Em certos casos, a fobia e o estresse gerados são tão intensos que é necessário fazer uso de medicamentos que devem ser prescritos e monitorados pelo médico veterinário”, acrescenta a veterinária.

E confira agora as dicas de como agir em dias de fogos:

– Evite deixar seu amigo sozinho;

– Crie um abrigo: se ele ficar sozinho, deixe-o em um local seguro;

– Evite fugas: mantenha portões e portas fechados;

Matéria retirada de http://www.epoca.com.br

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Cães e gatos precisam de cuidados na praia

Praia: um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral

Cao_Praia

Com o aumento da temperatura e a chegada do sol, a praia acaba sendo o destino escolhido para os fins de semana e feriados. Apesar dos alertas nas praias proibindo os animais de estimação na areia, muitos tutores arriscam e levam o pet para passear, imaginando que não vai fazer mal apenas dar uma voltinha. Porém, segundo a médica veterinária Kelly Cristina Choque, especialista em dermatologia do Hospital Veterinário Batel, ao fazer isso, o tutor está colocando em risco a sua saúde e do animal.

No caso dos humanos, os principais riscos são as doenças que podem ser transmitidas pelo contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. No caso das dermatites, as partes do corpo mais afetadas são pés, pernas e mãos. Nas crianças, esse tipo de problema é ainda mais recorrente, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia”, alerta a veterinária.

Além disso, também existem os males que esse tipo de ambiente traz para os animais. Um dos principais problemas é a exposição à doença do verme do coração, que é transmitida por mosquitos encontrados com maior frequência no litoral. “Esse verme se aloja no coração do animal, provocando sintomas que podem demorar anos para aparecer, mas que costumam ter consequências muito graves. Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão”, explica.

"Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde" (Foto: Divulgação )

“Antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde” (Foto: Divulgação )

A médica relata que, no pet, os sintomas da doença são tosse, falta de ar, inchaço nos membros e na barriga, cansaço e língua arroxeada. “Para prevenir o contágio o animal deverá ser medicado antes e depois da viagem. Além disso, antes de realizar qualquer viagem com o pet, o ideal é levá-lo ao veterinário para avaliar suas condições de saúde”, recomenda.

Kelly explica que outros males também podem afetar cães e gatos que vão ao litoral como conjuntivite, problemas de peles, complicações intestinais e verminoses. “O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais. Além disso, o contato constante com a água pode aumentar as chances de o pet ter alguma inflamação de ouvido”, aponta.

Para evitar todos esses problemas a veterinária indica que, antes de viajar com o animal de estimação, o tutor deve levá-lo ao veterinário e deixar as vacinas em dia. “Também é recomendado que o pet seja desverminado e receba algumas vacinas para prevenir a contaminação de determinadas doenças como a giardíase, por exemplo, que afeta o sistema intestinal dos cães”, aconselha.

"O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais", alerta a médica (Foto: Divulgação )

“O contato com a areia da praia pode causar uma série de problemas, pois eles também ficam expostos às fezes de outros animais”, alerta a médica (Foto: Divulgação )
Vale lembrar ainda que, como o calor costuma ser maior no litoral, o cuidado com a desidratação precisa ser redobrado. “É fundamental deixar o pet sempre em um lugar fresco e manter água abundante à disposição, além de trocá-la constantemente. Se o dono for fazer algum passeio, o ideal é que seja feito no começo da manhã ou à noite, pois nesses horários a temperatura estará mais amena”, finaliza a veterinária.

Matéria retirada de http://www.epoca.com.br

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